Arquivo de 29 de agosto de 2012

COM NOVAS REGRAS DO BC, “PASTINHAS” VIVEM PERIGO DE EXTINÇÃO

Governo quer limitar a comissão de promotor que intermedeia crédito para bancos menores. O “pastinha”, um dos personagens mais populares no mercado de crédito, pode estar com os dias contados.
Eles são 50 mil hoje no país e servem como intermediários autônomos entre bancos menores (sem grande rede de agências) e clientes interessados em empréstimos consignados (cujo pagamento é descontado em folha).
Preferem ser chamados de promotores de crédito, mas ganharam o apelido de “pastinha” porque trabalham para várias instituições e, por isso, andam com várias pastas sob o braço.
O problema é que o Banco Central e o Ministério da Previdência, preocupados com o superendividamento das pessoas, querem limitar e diluir as comissões que esses profissionais recebem.
A preocupação é que “pastinhas” mal-intencionados levem clientes ingênuos a “refinanciar” sucessivamente uma dívida tomando empréstimo em outros bancos, para ganhar outra comissão.
Hoje, quando um “pastinha” faz um empréstimo de R$ 1.000, embolsa cerca de R$ 180 (18%) no dia em que sai o dinheiro. Em 2005, chegava a levar 28%.

DOSES HOMEOPÁTICAS
A ideia do BC é limitar a comissão a 10% e fazer com que ela seja recebida em pequenas partes até a quitação da dívida. Por exemplo, se for de 24 meses, o promotor recebe 1/24 todo mês.
A atividade está numa zona cinzenta, que não é totalmente da alçada do BC.
O “pastinha” não é um bancário, mas um “vendedor” de crédito, sendo, aliás, representado pelo sindicato dos comerciários.
Se for aprovada, a mudança prejudicará 30 mil promotores de crédito ligados a empresas, além dos 50 mil autônomos, segundo a Aneps (associação das promotoras de crédito).
Os vendedores ligados a empresas surgiram num movimento de profissionalização das promotoras de crédito, que abriram lojas e investiram no treinamento e na certificação dos funcionários.
Nas lojas, o profissional é contratado, tem salário fixo em torno de R$ 800, mais benefícios, além das comissões.

CERTIFICAÇÃO
Uma resolução do BC exige certificação dos profissionais até 2014 e pede que os pastinhas deixem de atuar dentro das agências bancárias a partir de novembro.
A Aneps diz ter 5.000 profissionais certificados.
Muitos dos antigos “pastinhas” se certificaram e foram trabalhar em promotoras. Os mais bem-sucedidos abriram suas próprias lojas.
Edison Costa, presidente da Aneps, diz que a comissão de 17% é o mínimo para manter os custos de uma loja. Uma parte dela, que representa o lucro, poderia ser dividida em parcelas.
“Aceitamos discutir a diluição das comissões, mas é preciso ter um período de transição. Senão quebra todo mundo”, disse Renato Oliva, presidente da ABBC (associação dos bancos pequenos).

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado TONI SCIARRETTA (SP) NATUZA NERY (DF)

URGENTE: INTERNET FORA DO AR

Prezados parceiros, a Velox amanheceu nesta Terça-feira (28) em manutenção geral. Previsão de retorno apenas para as 18 horas. As comissões serão pagas normalmente. Lamentamos e pedimos a compreensão de todos.

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DEPUTADOS SUGEREM MUDANÇAS AO CRÉDITO CONSIGNADO

O crédito consignado – que foi utilizado até mesmo em operações do “mensalão” -, em razão dos contenciosos que criou, começa a ficar na mira da Câmara dos Deputados, onde 13 projetos de lei buscam ordenar essa modalidade de empréstimos que ganhou grande espaço no sistema financeiro.

O governo Lula criou esse sistema de retenção do pagamento dos empréstimos na folha de salários visando a aumentar a demanda doméstica. O objetivo foi alcançado, mas em detrimento da poupança, que ficou reduzida e sem a qual não é possível financiar investimentos. A facilidade com que é possível obter recursos a custo baixo está, certamente, na base de dramas familiares como o do aumento da inadimplência.
Entre os projetos em discussão, boa parte pode-se considerar acertada. Um, que certamente não será aprovado pelo governo, limita, por lei, a 30% do salário o desconto a título de consignado. É uma sugestão importante para conter despesas que logo se mostram insustentáveis. Outro projeto veda a contratação de operações de consignado quando houver outra em andamento, o que representa um freio muito útil para se precaver contra a inadimplência.
Mais sutil é o que veda operações de consignado por aposentado ou pensionista mediante procuração. De fato, em algumas famílias se pressiona o aposentado a fornecer procuração para levantar o empréstimo, o que reduz a sua renda disponível. Paralelamente, sugere-se que pessoas idosas exibam autorização da família para obter um empréstimo consignado, o que pode evitar que sejam induzidas pelos bancos a comprometer parte da sua renda em operação desnecessária.
Não nos parecem felizes tanto o projeto que limita a 15% ao ano a taxa de juros do crédito consignado quanto o projeto que impõe a TJLP – taxa praticada em algumas operações de longo prazo do BNDES – acrescida da inflação. Nada justifica uma taxa de juros irreal para favorecer mais consumo das famílias.
Também não faz sentido a exigência de homologação das operações em cartórios, o que teria como efeito o aumento do custo das operações.

Na fase atual da política monetária, em que o governo insiste para que os bancos aumentem suas operações de crédito em favor de pessoas físicas, não acreditamos que ele estará aberto a algumas dessa sugestões limitativas do crédito. Na prática, apesar do alerta de economistas, inclusive do Fundo Monetário Internacional (FMI), o governo continua a favorecer a demanda em detrimento dos investimentos.

Fonte: O Estado de São Paulo

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INSS ANTECIPA METADE DO 13° SALÁRIO

O governo autorizou nesta quarta-feira (8) a antecipação de metade do 13º salário aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os beneficiários receberão a quantia junto com a folha de pagamento de agosto, entre os dias 27 de agosto e 10 de setembro, de acordo com decreto publicado no “Diário Oficial da União” desta quarta.

De acordo com a Previdência Social, serão contemplados com a atencipação 25,6 milhões de benefícios em todo o Brasil.

Não haverá desconto de Imposto de Renda (IR) nesta primeira parcela. De acordo com a legislação, o IR sobre o 13º só é cobrado em dezembro, quando será paga a segunda parcela da gratificação.

O extrato mensal de pagamento estará disponível para consultas na página do Ministério da Previdência Socialna internet a partir do dia 27 de agosto.

A primeira parcela do abono, de 50% do valor do 13º, representa uma injeção extra na economia de R$ 11,2 bilhões nos meses de agosto e setembro, além dos cerca de R$ 23,8 bilhões do benefício mensal, diz o governo.

Exceções Os aposentados e pensionistas, em sua maioria, receberão 50% do valor do benefício, mas há exceções.

A Previdência explica que, para aqueles que passaram a receber o benefício depois de janeiro, o valor será calculado proporcionalmente.

Para os segurados que estão em auxílio-doença, o INSS calcula a antecipação proporcional ao período. “Por exemplo, um benefício iniciado em janeiro e ainda em vigor em agosto terá o 13º terceiro salário calculado sobre oito meses. O segurado receberá, portanto, metade deste valor. Em dezembro, caso ainda esteja afastado, o segurado irá receber o restante. Se tiver alta antes, o valor será calculado até o mês em que o benefício vigorar e acrescido ao último pagamento do benefício”, explica o governo.

Quem não recebe Por lei, não têm direito ao 13º salário os seguintes benefícios: amparo previdenciário do trabalhador rural, renda mensal vitalícia, amparo assistencial ao idoso e ao deficiente, auxílio-suplementar por acidente de trabalho, pensão mensal vitalícia, abono de permanência em serviço, vantagem do servidor aposentado pela autarquia empregadora e salário-família.

PREVIDÊNCIA QUER LIMITAR GANHOS DE “PASTINHAS” NO CONSIGNADO

O Conselho Nacional de Previdência Social discutiu ontem a proposta de  limitar a no máximo 10% remuneração dos correspondentes bancários que oferecem  crédito consignado a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro  Social (INSS).

Outra medida discutida ontem foi fazer com que a remuneração dos  correspondentes, conhecidos como “pastinhas”, seja diferida pelo mesmo tempo de  duração do empréstimo concedido. Hoje, o pastinha recebe sua comissão no ato da  contratação do empréstimo. As propostas retornarão pauta da reunião de 13 de  setembro porque ontem não houve consenso.

“A proposta vai na linha de não incentivar o pastinha a procurar o aposentado  para renegociar as dívidas”, disse o secretário de políticas de previdência  social, Leonardo Rolim. “Para o aposentando não é bom e para o sistema  financeiro também não”, afirmou.

Leonardo Rolim disse que o conselho chegou a sugerir que fossem proibidas as  renegociações das dívidas dos aposentados e pensionistas. No entanto, o  secretário argumentou que essa situação seria “extrema” e prejudicial para o  segurado em tempos de reduções das taxas de juros. “A ideia é tirar o incentivo  perverso de fazer rodar o tomador de crédito”, disse o chefe do departamento de  monitoramento do sistema financeiro do Banco Central, Lúcio Capelleto.

Ele explicou aos conselheiros que os bancos calculam a taxa de juros dos  empréstimos levando em consideração o fato de que pagam aos “pastinhas” a  comissão de todo o empréstimo de uma só vez, mas muitas vezes o aposentado deixa  de ser cliente da instituição antes mesmo de terminar de quitar o financiamento  devido a uma renegociação com outro banco. “Não é correto pagar a comissão ‘na  cabeça’ por uma operação que precisa de 36 a 48 meses para ser maturada. Esse  risco é elevado e os bancos colocam isso na taxa.”

A resolução recomenda que o INSS e a Empresa de Tecnologia e Informações da  Previdência (Dataprev) façam o intercâmbio das informações com o BC para  identificar os “pastinhas”, os bancos e os valores dos empréstimos. Em maio, o  INSS, seguindo recomendação do conselho, reduziu o teto da taxa de juros mensal  para operações de empréstimo pessoal consignado de 2,34% para 2,14%.

 

Fonte: Valor Econômico S.A.